

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas | *Série com ajuste sazonal Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os doze meses de 2024 mostrou maior dinamismo para bens de consumo duráveis (10,6%) e bens de capital (9,1%), impulsionadas, em grande medida, pela maior produção de eletrodomésticos (23,8%) e automóveis (5,3%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (18,2%), para fins industriais (8,2%) e de uso misto (19,4%), na segunda. O resultado da indústria em 2024 fica atrás apenas de 2010, quando o país registrou índice de 10,2% — que foi precedido por um recuo de 7,1% em 2009 — e de 2021, que registrou taxa anual de 3,9%, resultado inserido no contexto de recuperação da pandemia após o setor sofrer uma queda de 4,5% em 2020. VARIAÇÃO MENSAL — Em dezembro de 2024, a produção industrial nacional variou em queda de 0,3% frente a novembro. Em relação a dezembro de 2023, a indústria avançou 1,6%, sétimo resultado positivo seguido nessa comparação. O setor industrial, com a variação negativa, marcou o terceiro mês consecutivo de queda na produção e eliminou o ganho de 1,0% acumulado nos meses de setembro e agosto de 2024. As taxas negativas no índice deste mês alcançaram três das quatro grandes categorias econômicas e 15 dos 25 ramos industriais pesquisados. "As principais influências negativas foram assinaladas por máquinas e equipamentos, com queda de 3,0%, interrompendo dois meses consecutivos de resultados positivos, e produtos de borracha e de material plástico, registrando recuo de 2,5% e marcando a segunda queda seguida na produção", pontuou Macedo.
Fonte: IBGE - Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Por outro lado, o gerente da PIM destacou que, entre as oito atividades industriais que apontaram crescimento na produção, os principais impactos positivos no último mês de 2024 foram assinalados por indústrias extrativas — que marcaram o segundo mês seguido de crescimento — e pelo setor de bebidas, que em dezembro interrompeu quatro meses consecutivos de taxas negativas. Na comparação com dezembro do ano anterior, as principais atividades com influências positivas no total da indústria foram os produtos químicos (10,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (12,8%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (27,1%) e máquinas e equipamentos (12,6%). Outras contribuições positivas importantes foram assinaladas pelos ramos de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (22,0%), de metalurgia (7,4%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (11,9%), de produtos têxteis (18,3%), de produtos de metal (5,1%), de impressão e reprodução de gravações (23,4%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (6,3%), de celulose, papel e produtos de papel (2,6%) e de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (6,3%). Fonte: SECOM Planalto Foto: Banco de Imagens / Getty Images
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