

TÚNEL SUBMERSO SANTOS-GUARUJÁ – No meu primeiro mês de mandato, a primeira coisa que eu fiz foi uma reunião com os 27 governadores do Brasil para pedir para eles que me indicassem as obras mais importantes de cada estado. E os governadores me apresentaram. E essa obra, na verdade, a primeira manchete de jornal com ela é de 1927. Significa que está completando quase 100 anos que essa obra já foi divulgada aqui. O Tarcísio [de Freitas, governador de São Paulo] colocou essa obra na proposta das obras interessantes para São Paulo. Obviamente que ele não poderia fazer sozinho por causa do preço da obra (R$6 bilhões). E nós assumimos a responsabilidade de, junto com ele, fazer uma parceria, metade do Governo Federal, metade do governo do estado, para que a gente pudesse realizar essa necessidade do povo de Santos e Guarujá e esse sonho do povo, uma obra extremamente necessária para o desenvolvimento da sociedade.
IMPORTÂNCIA DO TÚNEL – Eu penso que é uma obra muito importante, tem a participação dos dois estados, tem a participação da iniciativa privada, e nós vamos fazer, e eu espero que a gente consiga inaugurar esse túnel o mais rápido possível para que a gente possa tirar o povo do sofrimento, do trânsito numa balsa que, às vezes, demora 40 minutos, 50 minutos para ele fazer essa travessia que é tão curta. Eu acho que é uma obra vital. Possivelmente seja a obra mais importante do PAC do estado de São Paulo e só foi possível por conta da atitude civilizada do Governo de São Paulo e do Governo Federal. Uma obra dessa muda muita coisa. Muda até o humor das pessoas. As pessoas vão ficar mais alegres. As pessoas vão ter menos tempo no trânsito. As pessoas vão perceber que vão chegar escritórios, chegar lojas, chegar comércios, chegar mais turistas, chegar mais investimentos para o desenvolvimento do Guarujá e de Santos.AEROPORTO METROPOLITANO DO GUARUJÁ – Nós estamos colocando, nesse instante, R$60 milhões no aeroporto do Guarujá. Eu acho que vai mudar muita coisa, porque vai vir mais investimento para o Guarujá e para Santos, vai vir mais investimento para o porto, vai ter mais gente visitando o Guarujá e visitando o Santos. Vai ter muito mais turistas, porque o avião facilita a vinda das pessoas. Então, eu penso que isso significa desenvolvimento.
PORTO DE SANTOS – A primeira coisa que nós fizemos no Porto de Santos foi não deixar privatizar o Porto de Santos. Foi fazer o porto voltar a pertencer ao Estado brasileiro para que a gente possa, junto com a iniciativa privada, construir quantos terminais forem necessários, porque é o maior porto da América Latina, é um porto que trafega mais de um milhão de contêineres, acho que um milhão e 300 mil contêineres, ou seja, é um porto que a gente tem que tratar com carinho muito grande, porque daqui sai grande parte das mercadorias que nós produzimos e grande parte das mercadorias que nós compramos. Esse porto é como se fosse uma espécie de caçulinha da gente, a gente precisa tratar com muito respeito, porque ele representa muito para a cidade de Santos, representa muito para a Baixada Santista, representa muito para o estado de São Paulo e representa muito para o Brasil.NOVOS INSTITUTOS FEDERAIS – Nós vamos fazer dois institutos federais. Um aqui e o São Vicente. Cada instituto federal é a possibilidade de a gente melhorar a qualidade profissional de milhares de jovens brasileiros. Isso vai acontecer aqui. Ainda este ano, possivelmente, eu volto aqui para o começo das obras dos dois institutos.
PARCERIA PARA O FIM DAS PALAFITAS – Eu quero conversar com o governador se ele está disposto a fazer uma parceria com o Governo Federal para a gente acabar com essas palafitas e fazer moradia decente para o povo que mora na palafita. As palafitas, na verdade, são uma moradia degradante, porque o cidadão, o homem, a mulher só vai morar em uma palafita quando ele não tem mais para onde ir. Ou seja, é o fim da esperança dele. Eu acho que, se o Tarcísio quiser, nós poderemos fazer uma parceria e começar a fazer um projeto habitacional para a gente fazer com que o povo viva de forma decente e digna construindo as casas necessárias para eles ou os apartamentos necessários. Fonte: SECOM P/R Foto: Ricardo Stuckert / PR
Mín. 19° Máx. 30°





